Adoro mesmo escrever, mas não o sei fazer! Mas a verdade é que há tanta coisa que não sabemos e fazemos!
Não sabemos porque amamos, mas fazemo-lo incondicionalmente! Não sabemos porque vivemos, mas consideramo-nos felizes, se tivermos a audácia de aproveitar a vida que nos foi dada! Não sabemos para onde vamos, onde estaremos, mas vamos com a convicção de que "será sempre melhor"!
Assim escrevo, sem saber o que escrever e porque o escrevo. Escrevo sobre mim, sobre o mundo, sobre o tempo; escrevo sobre o que me faz feliz e sobre o que me deixa triste.
O que escrevo não é certo ou errado, é apenas o que sinto. Não há sentimentos certos ou errados. Há sentimentos que nos fazem sentir bem e outro que nos fazem sentir pior.
Escrever faz-me sentir bem, gostarem do que eu escrevo já é uma vantagem. Perdoem-me os grandes, por ter tamanha ousadia, ao achar que poderá haver alguém que goste do que escrevo! Mas pergunto, como se pode gostar dos sentimentos dos outros!? Se escrevo o que sinto, quem lê pode ou não concordar! Verdade!?
Portanto, faço o que não sei (escrever) com todo o gosto que isso me traz.
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